colunas de domingo
Colunas de domingo - 03.07.11
Filosofia domingueira
“Às vezes é melhor ficar quieto e deixar que pensem que você é um idiota do que abrir a boca e não deixar nenhuma dúvida.”
(Do Face de Rafael Moreira)
De passagem

Pra quem gosta de uma 'dois pelos', taí!
Clássicos do samba
City Autos
É possivel um motor 1.4 ser mais valente que um 1.8? Sim. Este é o novo Bravo T-Jet, que chega a 152 cavalos de potência, com o turbo que alimenta o motorzinho. A tecla "overbooster" amplifica a pressão do turbo de 0,9 para 1,3 bar e aumenta a abertura da borboleta, mesmo com o acelerador na mesma posição. Com o recurso acionado, o torque pula de 21,1 para 23 kgfm e o carro ganha reações mais rápidas.

O carro foi todo "preparado" para 'cuspir' esportividade. A suspensão do T-Jet sofreu alterações. A altura em relação ao solo diminuiu 20 milímetros em relação às demais versões, para 123 mm. Também foi feita uma nova calibração na direção elétrica, o que, segundo a Fiat, a deixou mais firme e adequada ao modo de condução esportiva.
O visual também tenta reforçar essa proposta. Pinças de freio dianteiras e traseiras foram pintadas de vermelho e, entre outros itens exclusivos de série, há rodas de liga leve 17”, faróis dianteiros escurecidos, minissaias laterais, spoiler e saída da descarga dupla cromada.
Internamente, o modelo vem com painel de instrumentos com acabamento diferenciado, revestimento interno em tear esportivo, pedaleira e apóia-pé esportivos, e volante, freio de mão e pomo da alavanca do câmbio em couro com costuras vermelhas.

Me, myself and my books

"Mas de todas as questões investigadas por Villalta, as mais instigantes versaram sobre a distribuição da posse de livros e a boêmia literária em Minas Gerais colonial. O autor informou que, na segunda metade do século XVIII, os inconfidentes protagonizaram uma boêmia literária, saindo dos círculos puramente literários, tornou-se, aos poucos, explicitamente política e subversiva, convertendo-se em Inconfidência. De sua existência, nos lembrou que os conjurados traziam obras proibidas do exterior, que permutavam livros e traduções de textos e discutiam as idéias apontas nos livros.
tais livros, ainda de acordo com Luiz Villalta, chegavam às mãos dos mineiros por intermédio de livreiros, da compra de espólios arrematados em leilão e de brasileiros que regressavam dos estudos na Europa, trazendo em suas bagagens compêndios literários ilustrados que procuravam divulgar e integrar-se às correntes modernas dos conhecimentos filosóficos, literários, científicos e revolucionários que pretendiam a quebra dos laços coloniais.
Em suas reuniões, além de poesias, os sediciosos discutiam a situação política e econômica da capitania de Minas Gerias, mirando-se no exemplo da bem-sucedida independência das Treze Colônias Inglesas da América do Norte, que conheceram por meio de escritos publicados em fracês. Apesar de a posse de livros não ser disseminada, sua circulação era intensa. As obras era lidas não apenas por aqueles que as compravam, mas também pelos seus familiares e amigos, por empréstimos, prática corrente entre os inconfidentes.
As idéias revolucionárias difundiam-se por três suportes: os livros, as cópias mnuscritas e a linguagem oral. Foi graças ás devassas* e aos sequestros que se rasreavam nas bibliotecas inconfidentes a posse, a circulação de livros em Minas colonial e os movimentos políticos que lhes eram contemporâneos".
* espécie de processo instaurado contra os inconfidentes para descobrir crimes de lesa-majestade de primeira cabeça: traição contra a avida do rei ou de seus representantes ou a segurnaça do Estado
André Figueiredo Rodrigues em, A fortuna dos Inconfidentes, Caminhos e descaminhos dos bens dos conjurados mineiros, editora Globo, 1ª edição.
Mais de 1 milhão
Ontem, no Theatro Municipal do Rio, Erasmo comemorou os 50 anos de uma carreira receheada com mais de 100 milhões de álbuns vendidos, contando com todas as suas composições com o "Rei" e sem ele.
O Tremendão contou com as participações de Roberto (óbvio) com "Parei na Contramão", "É Preciso Saber Viver" e, de improviso, "Eu Sou Terrível" e Marisa Monte (em "Mais um na Multidão", parceria dos dois com Carlinhos Brown, e "Se Você Pensa").
"A Ternurinha", Wanderléia estava na plateia. mas mesmo com o coro do público, o trio não se formou, como queriam os presentes.
O show foi gravado e em breve será lançado um dvd.
Aqui, na comemoração dos 50 anos de carreira de seu "amigo de fé e irmão camarada", num dos maiores clássicos dos 50 anos de estrada de Erasmo.
“Às vezes é melhor ficar quieto e deixar que pensem que você é um idiota do que abrir a boca e não deixar nenhuma dúvida.”
(Do Face de Rafael Moreira)
De passagem

Pra quem gosta de uma 'dois pelos', taí!
Clássicos do samba
City Autos
É possivel um motor 1.4 ser mais valente que um 1.8? Sim. Este é o novo Bravo T-Jet, que chega a 152 cavalos de potência, com o turbo que alimenta o motorzinho. A tecla "overbooster" amplifica a pressão do turbo de 0,9 para 1,3 bar e aumenta a abertura da borboleta, mesmo com o acelerador na mesma posição. Com o recurso acionado, o torque pula de 21,1 para 23 kgfm e o carro ganha reações mais rápidas.

O carro foi todo "preparado" para 'cuspir' esportividade. A suspensão do T-Jet sofreu alterações. A altura em relação ao solo diminuiu 20 milímetros em relação às demais versões, para 123 mm. Também foi feita uma nova calibração na direção elétrica, o que, segundo a Fiat, a deixou mais firme e adequada ao modo de condução esportiva.
O visual também tenta reforçar essa proposta. Pinças de freio dianteiras e traseiras foram pintadas de vermelho e, entre outros itens exclusivos de série, há rodas de liga leve 17”, faróis dianteiros escurecidos, minissaias laterais, spoiler e saída da descarga dupla cromada.
Internamente, o modelo vem com painel de instrumentos com acabamento diferenciado, revestimento interno em tear esportivo, pedaleira e apóia-pé esportivos, e volante, freio de mão e pomo da alavanca do câmbio em couro com costuras vermelhas.

Me, myself and my books

"Mas de todas as questões investigadas por Villalta, as mais instigantes versaram sobre a distribuição da posse de livros e a boêmia literária em Minas Gerais colonial. O autor informou que, na segunda metade do século XVIII, os inconfidentes protagonizaram uma boêmia literária, saindo dos círculos puramente literários, tornou-se, aos poucos, explicitamente política e subversiva, convertendo-se em Inconfidência. De sua existência, nos lembrou que os conjurados traziam obras proibidas do exterior, que permutavam livros e traduções de textos e discutiam as idéias apontas nos livros.
tais livros, ainda de acordo com Luiz Villalta, chegavam às mãos dos mineiros por intermédio de livreiros, da compra de espólios arrematados em leilão e de brasileiros que regressavam dos estudos na Europa, trazendo em suas bagagens compêndios literários ilustrados que procuravam divulgar e integrar-se às correntes modernas dos conhecimentos filosóficos, literários, científicos e revolucionários que pretendiam a quebra dos laços coloniais.
Em suas reuniões, além de poesias, os sediciosos discutiam a situação política e econômica da capitania de Minas Gerias, mirando-se no exemplo da bem-sucedida independência das Treze Colônias Inglesas da América do Norte, que conheceram por meio de escritos publicados em fracês. Apesar de a posse de livros não ser disseminada, sua circulação era intensa. As obras era lidas não apenas por aqueles que as compravam, mas também pelos seus familiares e amigos, por empréstimos, prática corrente entre os inconfidentes.
As idéias revolucionárias difundiam-se por três suportes: os livros, as cópias mnuscritas e a linguagem oral. Foi graças ás devassas* e aos sequestros que se rasreavam nas bibliotecas inconfidentes a posse, a circulação de livros em Minas colonial e os movimentos políticos que lhes eram contemporâneos".
* espécie de processo instaurado contra os inconfidentes para descobrir crimes de lesa-majestade de primeira cabeça: traição contra a avida do rei ou de seus representantes ou a segurnaça do Estado
André Figueiredo Rodrigues em, A fortuna dos Inconfidentes, Caminhos e descaminhos dos bens dos conjurados mineiros, editora Globo, 1ª edição.
Mais de 1 milhão
Ontem, no Theatro Municipal do Rio, Erasmo comemorou os 50 anos de uma carreira receheada com mais de 100 milhões de álbuns vendidos, contando com todas as suas composições com o "Rei" e sem ele.
O Tremendão contou com as participações de Roberto (óbvio) com "Parei na Contramão", "É Preciso Saber Viver" e, de improviso, "Eu Sou Terrível" e Marisa Monte (em "Mais um na Multidão", parceria dos dois com Carlinhos Brown, e "Se Você Pensa").
"A Ternurinha", Wanderléia estava na plateia. mas mesmo com o coro do público, o trio não se formou, como queriam os presentes.
O show foi gravado e em breve será lançado um dvd.
Aqui, na comemoração dos 50 anos de carreira de seu "amigo de fé e irmão camarada", num dos maiores clássicos dos 50 anos de estrada de Erasmo.
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