Colunas de domingo - 03.04.11
Filosofia domingueira
"O amor é a gasolina da vida. Custa caro, acaba rápido e pode ser substituído pelo álcool"
De passagem

Outono com cara de verão. Olha o resultado. Resultadaço!
Clássicos do samba
O pai da dor-de-cotovelo cantando "Nervos de Aço". A história não é muito 'gatinha' não. Mas, serviu de base para este grande samba-canção. Como disse um amigo meu, o cara lá dos EUA tomou um "par-de-gaia", foi pra casa, inventou o Facebook e fiicou milionário. A gente toma um corno e vai pro bar, chorar e 'enricar' o dono. É vero!
City car
A palavra chave do lançamento do novo Corolla 2012 foi manter a liderança no segmento. O modelo mais vendido da história também é imbatível entre os sedãs no mercado brasileiro e fechou 2010 com 54.955 unidades contra 35.124 do Honda City e 31.215 do Civic. Para manter os bons números, a Toyota apostou em uma nova transmissão e motor em suas configurações menos potentes.
O modelo, que estará à venda a partir do final desde mês, segue o design do sedã vendido na Europa. Na frente, uma nova grade e conjunto óptico. A entrada de ar ficou maior também, além dos faróis de neblina com novos contornos. A traseira teve menos mudanças. A tampa do porta-malas é a mesma da versão anterior e as lanternas, apesar do novo formato (nas versões XEi e Altis, a Toyota adotou lanternas com LED), permanecem do mesmo tamanho. Outro item novo são as rodas de liga-leve com desenho diferenciado.
Na cabine, a Toyota manteve o mesmo nível de conforto. Os destaques ficam por conta do novo tecido dos bancos e os acabamentos com detalhes mais escuros criando um tom bicolor (o acabamento em madeira da versão Altis também ganhou uma tonalidade mais escura). Nas versões Altis e XEi, o modelo ainda conta com um novo sistema, com conectividade USB para iPod, Pen Drive e MP3/MP4 no sistema de som e Bluetooth com reprodução da agenda telefônica no visor do CD Player. O topo de linha oferece câmera de ré traseira com visor no espelho retrovisor.
Motorização
A principal novidade do modelo, no entanto, está no conjunto mecânico. Sai o 1.8 l VVT-i Flex e entra o 1.8 l 16V Dual VVT-i Flex. O propulsor também chega aliado a uma nova caixa de câmbio de seis marchas. Com álcool, o carro passou de 136 cv a 6.000 rpm para 144 cv, nas mesmas rotações.
Com o câmbio automático,o sedã não aproveita todo o poder do motor. O desempenho com câmbio manual surpreendeu. Na sexta marcha, a 120 km/h, o motor rodava a apenas 3.000 rpm. Era possível atingir a velocidade máxima na estrada sem forçar a terceira marcha (bastante longa, favorecendo a aceleração). O único pecado foram as retomadas, menos rápidas que o esperado.
Nas versões XLi e Altis, o motor é o mesmo introduzido na geração anterior, o 2.0 l 16V Dual VVT-i Flex, com potência de 153 cv, com álcool, e de 142 cv, com gasolina, nas duas configurações atingidas a 5.800 rpm. Uma pena que, por enquanto, não há possibilidade de ver como funcionaria o câmbio de seis marchas com o propulsor mais potente da linha Corolla.
Quem quiser levar para casa o modelo mais básico (1.8 l com câmbio manual) vai desembolsar R$ 63.570. Já o topo de linha Altis sai por R$ 86.570.
Me, myself and my books

"Memória é ficção, e uma ficção alternativa para aquele evento é de uma amiga e companheira de traquinagens, sandra Hull, que consultei todo esse tempo depois. Ela se lembrava de eu ter-me oferecido, muito galantemente, para mudar um paralelepípedo de lugar porque o vão entre eles era grande demais para ela saltar de um para outro. Ela também se lembrava de ter visto muito sangue quando o paralelepípedo escorregou e esmagou meu dedo e eu saí correndo até a pia dentro de casa, onde o sangue nao parava de escorrer. Depois tive de levar pontos. Com o passar dos anos, o resultado - não devemos exagerar - pode ter interferido no modo como toco guitarra porque deixou meu dedo achatado para fazer os dedilhados. Também pode ter tido alguma relação com o som que eu tiro. Tem uma força a mais. Além disso, quando faço um dedilhado, esse dedo deixa a mão mais com jeito de garra, porque perdi uma parte dele naquele dia. Então, ele é achatado, e também mais pontudo, o que acaba sendo prático, de vez em quando. E a unha nunca mais creceu direito, ela é meio revirada."
Biografia do guitarrista dos Stones, Keith Richards, relatando em Life, o acidente que contribuiu para a sua identificável técnica musical
Mais de um milhão
Uma canção de amor, que a priori, seria de uma mulher falando em se encontrar refeita depois deum pé-na-bunda do companheiro.
O grande lance é que a letra é feita por um homem. In casu, o homem. Aqui, Chico Buarque de Hollanda.
As letras de Chico são de uma simplicidade/profundidade de dar inveja e água na boca.
"Trocando em miúdos", "Bem vinda", músicas que na expressão do idioma de Oscar wilde seriam expressas como timeless songs.
Taí porque Chico é o desejo de 9 em cada 10 mulheres.Talvez ele, mais que qualquer outro homem, consiga entender (ou chegar perto) do indecifrável universo feminino.
"O amor é a gasolina da vida. Custa caro, acaba rápido e pode ser substituído pelo álcool"
De passagem

Outono com cara de verão. Olha o resultado. Resultadaço!
Clássicos do samba
O pai da dor-de-cotovelo cantando "Nervos de Aço". A história não é muito 'gatinha' não. Mas, serviu de base para este grande samba-canção. Como disse um amigo meu, o cara lá dos EUA tomou um "par-de-gaia", foi pra casa, inventou o Facebook e fiicou milionário. A gente toma um corno e vai pro bar, chorar e 'enricar' o dono. É vero!
City car
A palavra chave do lançamento do novo Corolla 2012 foi manter a liderança no segmento. O modelo mais vendido da história também é imbatível entre os sedãs no mercado brasileiro e fechou 2010 com 54.955 unidades contra 35.124 do Honda City e 31.215 do Civic. Para manter os bons números, a Toyota apostou em uma nova transmissão e motor em suas configurações menos potentes.
O modelo, que estará à venda a partir do final desde mês, segue o design do sedã vendido na Europa. Na frente, uma nova grade e conjunto óptico. A entrada de ar ficou maior também, além dos faróis de neblina com novos contornos. A traseira teve menos mudanças. A tampa do porta-malas é a mesma da versão anterior e as lanternas, apesar do novo formato (nas versões XEi e Altis, a Toyota adotou lanternas com LED), permanecem do mesmo tamanho. Outro item novo são as rodas de liga-leve com desenho diferenciado.
Na cabine, a Toyota manteve o mesmo nível de conforto. Os destaques ficam por conta do novo tecido dos bancos e os acabamentos com detalhes mais escuros criando um tom bicolor (o acabamento em madeira da versão Altis também ganhou uma tonalidade mais escura). Nas versões Altis e XEi, o modelo ainda conta com um novo sistema, com conectividade USB para iPod, Pen Drive e MP3/MP4 no sistema de som e Bluetooth com reprodução da agenda telefônica no visor do CD Player. O topo de linha oferece câmera de ré traseira com visor no espelho retrovisor.
Motorização
A principal novidade do modelo, no entanto, está no conjunto mecânico. Sai o 1.8 l VVT-i Flex e entra o 1.8 l 16V Dual VVT-i Flex. O propulsor também chega aliado a uma nova caixa de câmbio de seis marchas. Com álcool, o carro passou de 136 cv a 6.000 rpm para 144 cv, nas mesmas rotações.
Com o câmbio automático,o sedã não aproveita todo o poder do motor. O desempenho com câmbio manual surpreendeu. Na sexta marcha, a 120 km/h, o motor rodava a apenas 3.000 rpm. Era possível atingir a velocidade máxima na estrada sem forçar a terceira marcha (bastante longa, favorecendo a aceleração). O único pecado foram as retomadas, menos rápidas que o esperado.
Nas versões XLi e Altis, o motor é o mesmo introduzido na geração anterior, o 2.0 l 16V Dual VVT-i Flex, com potência de 153 cv, com álcool, e de 142 cv, com gasolina, nas duas configurações atingidas a 5.800 rpm. Uma pena que, por enquanto, não há possibilidade de ver como funcionaria o câmbio de seis marchas com o propulsor mais potente da linha Corolla.
Quem quiser levar para casa o modelo mais básico (1.8 l com câmbio manual) vai desembolsar R$ 63.570. Já o topo de linha Altis sai por R$ 86.570.
Me, myself and my books

"Memória é ficção, e uma ficção alternativa para aquele evento é de uma amiga e companheira de traquinagens, sandra Hull, que consultei todo esse tempo depois. Ela se lembrava de eu ter-me oferecido, muito galantemente, para mudar um paralelepípedo de lugar porque o vão entre eles era grande demais para ela saltar de um para outro. Ela também se lembrava de ter visto muito sangue quando o paralelepípedo escorregou e esmagou meu dedo e eu saí correndo até a pia dentro de casa, onde o sangue nao parava de escorrer. Depois tive de levar pontos. Com o passar dos anos, o resultado - não devemos exagerar - pode ter interferido no modo como toco guitarra porque deixou meu dedo achatado para fazer os dedilhados. Também pode ter tido alguma relação com o som que eu tiro. Tem uma força a mais. Além disso, quando faço um dedilhado, esse dedo deixa a mão mais com jeito de garra, porque perdi uma parte dele naquele dia. Então, ele é achatado, e também mais pontudo, o que acaba sendo prático, de vez em quando. E a unha nunca mais creceu direito, ela é meio revirada."
Biografia do guitarrista dos Stones, Keith Richards, relatando em Life, o acidente que contribuiu para a sua identificável técnica musical
Mais de um milhão
Uma canção de amor, que a priori, seria de uma mulher falando em se encontrar refeita depois deum pé-na-bunda do companheiro.
O grande lance é que a letra é feita por um homem. In casu, o homem. Aqui, Chico Buarque de Hollanda.
As letras de Chico são de uma simplicidade/profundidade de dar inveja e água na boca.
"Trocando em miúdos", "Bem vinda", músicas que na expressão do idioma de Oscar wilde seriam expressas como timeless songs.
Taí porque Chico é o desejo de 9 em cada 10 mulheres.Talvez ele, mais que qualquer outro homem, consiga entender (ou chegar perto) do indecifrável universo feminino.
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