colunas de domingo
Colunas de domingo - 08.05.11
Filosofia domingueira
"Mamãe, mamãe, mamãe. É a mulher de meu pai"
De passagem

Luiza Brunet, 48 anos. Um incentivo para todas as mamães que estão precisando dar uma recauchutada
Clássicos do samba
City Autos

A jogada da Volkswagen para melhorar as vendas da marca no segmento de sedãs médios começa com um modelo a menos no portfólio: o Bora sai de linha para entrar duas versões do novo Jetta, uma delas com dois tipos de configuração. A ideia é fazer com que a opção Comfortline – com câmbio mecânico ou automático — conquiste os consumidores das versões de entrada e intermediária dos líderes do segmento Toyota Corolla e Honda Civic. Já a opção Highline do Jetta foca as versões topo de linha de tais concorrentes.
A estratégia justifica o reposicionamento de preços do carro, que, agora, atinge duas faixas de público distintas – até então, era somente a mais endinheirada. A versão de entrada sai por R$ 65.755, já a Comfortline com transmissão automática, por R$ 69.990, e a topo de linha Highline (somente oferecida com câmbio automático) tem preço sugerido em R$ 89.520. A meta da Volkswagen é vender 2 mil unidades por mês

O grande destaque do modelo é o acabamento interno, em nível acima dos concorrentes, herança da versão vendida no mercado europeu. Nota-se o cuidado com o uso de materiais. Apesar de o console ser de plástico, ele é emborrachado e muito superior ao usado no Corolla 2012, por exemplo. As cores utilizadas são sóbrias, o que garante ar mais luxuoso ao sedã médio.
Além disso, os instrumentos são bem distribuídos no painel. Como o novo Jetta "cresceu" — a distância entreeixos agora mede 2,65 m —, o espaço para motorista e passageiros é visivelmente maior, o que aumenta a sensação de amplitude e garante folga para as pernas.
Me, myself and my books
"O Brasil parece produzir um suprimento inesgotável de cantoras extremamente talentosas, mas nenhuma conseguiu sair de baixo da grande sombra lançada por Elis Regina, que causou impacto muito além da América do Sul.
Uma estrela aos 20 anos, quando ganhou um importante festival de música, Elis oferecia uma alternativa de extroversão emocional ao estilo frio e minimalista que passou a predominar a partir da bossa nova (embora um de seus melhores trabalhos seja o álbum em dupla de Tom Jobim). Através de seu programa de televisão, criado para apresentar novos talentos musicais, e de seu ouvido exímio em encontrar maravilhosos compositores jovens, Elis colocou duas gerações de artistas sob os holofotes.Quando morreu, prematuramente, em 1982, de overdose de drogas, ela estava envolvida em diversos projetos novos, como um disco com Milton Nascimento.
Vento de Maio traz Elis no auge de seu talento, cantando cada linha com a máxima precisão e habilidade rítmica. Sua voz é ágil e clara e ela canta com controle absoluto de tons e gradações. Entre os vários destaques do álbum podem ser apontados sua cativante versão, emcionalmente crua, de "O Trem Azul", e seu melancólico dueto com Milton Nascimento em " O Que Foi Feito de Vera". Elis mostra seu lado brincalhão em " Calcanhar de Aquiles". Ainda assim, os fãs do trabalho anterior, mais leve, da cantora podem se perturbar com a intensidade emocional deste álbum. Há também alguns arranjos que não sobreviveram ao tempo tão bem quanto a voz apaixonada de Elis."
Trecho do livro 1001 Discos Para OUvir Antes de Morrer, do escritor inglês, Robert Dimery, falando sobre a genialidade de uma das maiores cantoras do Brasil, no disco Vento de Maio, de 1978.
Mais de 1 milhão
"Mamãe, mamãe, mamãe. É a mulher de meu pai"
De passagem

Luiza Brunet, 48 anos. Um incentivo para todas as mamães que estão precisando dar uma recauchutada
Clássicos do samba
City Autos

A jogada da Volkswagen para melhorar as vendas da marca no segmento de sedãs médios começa com um modelo a menos no portfólio: o Bora sai de linha para entrar duas versões do novo Jetta, uma delas com dois tipos de configuração. A ideia é fazer com que a opção Comfortline – com câmbio mecânico ou automático — conquiste os consumidores das versões de entrada e intermediária dos líderes do segmento Toyota Corolla e Honda Civic. Já a opção Highline do Jetta foca as versões topo de linha de tais concorrentes.
A estratégia justifica o reposicionamento de preços do carro, que, agora, atinge duas faixas de público distintas – até então, era somente a mais endinheirada. A versão de entrada sai por R$ 65.755, já a Comfortline com transmissão automática, por R$ 69.990, e a topo de linha Highline (somente oferecida com câmbio automático) tem preço sugerido em R$ 89.520. A meta da Volkswagen é vender 2 mil unidades por mês

O grande destaque do modelo é o acabamento interno, em nível acima dos concorrentes, herança da versão vendida no mercado europeu. Nota-se o cuidado com o uso de materiais. Apesar de o console ser de plástico, ele é emborrachado e muito superior ao usado no Corolla 2012, por exemplo. As cores utilizadas são sóbrias, o que garante ar mais luxuoso ao sedã médio.
Além disso, os instrumentos são bem distribuídos no painel. Como o novo Jetta "cresceu" — a distância entreeixos agora mede 2,65 m —, o espaço para motorista e passageiros é visivelmente maior, o que aumenta a sensação de amplitude e garante folga para as pernas.
Me, myself and my books
"O Brasil parece produzir um suprimento inesgotável de cantoras extremamente talentosas, mas nenhuma conseguiu sair de baixo da grande sombra lançada por Elis Regina, que causou impacto muito além da América do Sul.
Uma estrela aos 20 anos, quando ganhou um importante festival de música, Elis oferecia uma alternativa de extroversão emocional ao estilo frio e minimalista que passou a predominar a partir da bossa nova (embora um de seus melhores trabalhos seja o álbum em dupla de Tom Jobim). Através de seu programa de televisão, criado para apresentar novos talentos musicais, e de seu ouvido exímio em encontrar maravilhosos compositores jovens, Elis colocou duas gerações de artistas sob os holofotes.Quando morreu, prematuramente, em 1982, de overdose de drogas, ela estava envolvida em diversos projetos novos, como um disco com Milton Nascimento.
Vento de Maio traz Elis no auge de seu talento, cantando cada linha com a máxima precisão e habilidade rítmica. Sua voz é ágil e clara e ela canta com controle absoluto de tons e gradações. Entre os vários destaques do álbum podem ser apontados sua cativante versão, emcionalmente crua, de "O Trem Azul", e seu melancólico dueto com Milton Nascimento em " O Que Foi Feito de Vera". Elis mostra seu lado brincalhão em " Calcanhar de Aquiles". Ainda assim, os fãs do trabalho anterior, mais leve, da cantora podem se perturbar com a intensidade emocional deste álbum. Há também alguns arranjos que não sobreviveram ao tempo tão bem quanto a voz apaixonada de Elis."
Trecho do livro 1001 Discos Para OUvir Antes de Morrer, do escritor inglês, Robert Dimery, falando sobre a genialidade de uma das maiores cantoras do Brasil, no disco Vento de Maio, de 1978.
Mais de 1 milhão
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